A ESET alerta que capturas de tela não devem mais ser aceitas como prova de pagamentos, reservas ou reembolsos: a IA generativa permite fabricar prints falsos em poucos segundos.
- A ESET alerta que capturas de tela não são prova definitiva de transações, pois a IA generativa facilita a falsificação em poucos segundos
- Consumidores podem ser vítimas de simulação de pagamentos, cobranças indevidas e roubo de contas via códigos de redefinição em prints
- Empresas que aceitam prints sem verificação enfrentam prejuízos financeiros, custos de investigação e riscos legais
- A recomendação central é validar sempre a informação na fonte original, por canais oficiais e integração via APIs
- O portal Cybernews noticiou que várias empresas já deixaram de aceitar capturas de tela como comprovante
Quais riscos os consumidores enfrentam com prints falsificados?
A ESET identifica cenários concretos de fraude em marketplaces e comércio eletrônico, da simulação de transferências ao pedido indevido de taxas e reembolsos.
Há também o roubo de contas por engenharia social, quando a vítima compartilha sem perceber um print contendo código de redefinição de senha.
O que muda para as empresas que aceitam prints como comprovante?
Capturas falsificadas geram reembolsos e substituições indevidas, além de custo de investigação e risco ligado a aprovações falsas de executivos.
Em setores regulamentados, informação falsificada em processos de identificação de clientes pode gerar consequências legais.
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Como se proteger: as recomendações da eset
Consumidores devem confirmar valores nos canais oficiais e guardar comprovantes emitidos pelo próprio sistema.
Empresas devem cruzar dados com os sistemas de origem, integrar APIs e treinar equipes para não decidir com base em prints.
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Fonte: Sapo Tek