Cibersegurança virou prioridade de investimento no Brasil
Mais nuvem, mais regulação e mais IA ampliaram a superfície de ataque. Veja por que a segurança virou prioridade e o que isso muda.
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Mais nuvem, mais regulação e mais IA ampliaram a superfície de ataque. Veja por que a segurança virou prioridade e o que isso muda.
Checar backups, limitar movimento lateral, treinar humanos e testar recuperação vale mais do que comprar novas ferramentas, segundo Scott Alldridge, CEO da IP Services e autor do best-seller VisibleOps, em artigo para o Forbes Technology Council.
Atsushi Yamada, CEO da ISARA Corporation, argumenta que inventários de criptografia medem presença, enquanto o risco real vive no uso. A diferença entre contar objetos e observar comportamento define plataformas de postura criptográfica eficazes na era pós-quântica.
A OpenAI lançou o GPT-6 Astra, modelo focado em programação, uso de computador, fluxos profissionais e cibersegurança, com pontuações recordes em benchmarks e disponibilidade inicial para organizações selecionadas.
Mais de 100 empresas de tecnologia, incluindo OpenAI, Anthropic, Google e Microsoft, assinaram uma carta aberta pedindo que governos e organizações reforce suas defesas contra ciberataques alimentados por IA antes que seja tarde demais.
Agentes de IA criam uma nova superfície de ataque que firewalls, DLP e CASB não enxergam. Dados revelam adoção massiva, lacunas de controle e brechas ligadas a shadow AI, enquanto a detecção de anomalias surge como camada obrigatória de segurança.
Michael Flannery, presidente da Uniti Solutions, argumenta que a IA é ferramenta tanto de ataque quanto de defesa, e que o Zero Trust deixou de ser jargão para virar princípio operacional. Segundo o Verizon DBIR 2026, o fator humano segue presente em 62% das violações.
Entenda como invasores exploram tokens OAuth de fornecedores e contas de serviço órfãs para burlar barreiras de segurança e acessar ambientes corporativos sem disparar alertas.
Deepfakes de executivos estão explorando a confiança e a obediência de funcionários para aplicar golpes. Entenda como empresas podem reduzir esse novo risco de engenharia social.
A ascensão da IA Agêntica transforma agentes autônomos em novos 'insiders' perigosos, operando com privilégios humanos e velocidade de máquina.