Artigo da InfoQ assinado por Daniel Curtis, da Griffiths Waite, argumenta que agentes de IA mudaram a economia da reutilização: vale centralizar design tokens, guidelines e testes, mas não necessariamente um pacote canônico de componentes de UI.
O Google Arts & Culture celebra 15 anos com um aplicativo renovado: pesquisa conversacional por voz, experiências de inteligência artificial como Chrono Look e Dial-an-Artist, um City Guide com 27 novos destinos e uma página inicial unificada em feed único. A plataforma reúne parcerias com mais de 3.000 instituições culturais em mais de 90 países e segue gratuita para Android e iOS.
Publicação do CGI.br chega à segunda edição em 22 de setembro de 2026 e dedica seção inteira à IA generativa, às deepfakes e aos riscos dos chatbots como fonte de informação eleitoral no Brasil.
Na QCon London, o engenheiro Phillip Mortimer, da Carta, argumentou que toda a base de código gerada por IA já é write-only por causa do volume e propôs um novo modelo: testes definem o comportamento, o código é descartável e a criatividade vira a função central do desenvolvedor.
Para Somnath Banerjee, arquiteto corporativo em seguradora de saúde Fortune 50, a próxima vantagem do business intelligence virá de sistemas que entendem perguntas de negócio, conectam contexto via ontologias e antecipam insights antes mesmo do dashboard.