Drew Naukam, CEO da Gorilla Logic, alerta que desktop agents criados por funcionários sem supervisão de TI se tornaram um risco não governado, com episódio real na Meta e receita da Anthropic saltando para US$ 11,5 bilhões no 2º trimestre de 2026.
Hanah-Marie Darley, cofundadora e Chief AI Officer da Geordie, defende que empresas monitorem o comportamento real de agentes de IA em produção, além de arquitetura e configuração, para decidir onde expandir, refinar ou interromper sua atuação.
Rishi Katdare, líder de networking e edge para serviços financeiros globais na Amazon Web Services, detalha no Forbes Technology Council como bancos e empresas devem validar autoridade de agentes de IA, medir demanda de máquinas e incluir risco no business case antes de monetizar o acesso de bots.
Dylan Barrell, CTO da Deque Systems, aponta três alavancas práticas (otimizar contexto, usar cache estrategicamente e delegar tarefas determinísticas a ferramentas determinísticas) para transformar gasto com IA em retorno mensurável. Veja como medir custo, velocidade e qualidade desde o dia um.
Estudo analisado por Joseph Ours, da Centric Consulting, mostra que agentes com memória reflexiva levaram de 7 a 8 tentativas para resolver tarefas que, sem memória, acertavam de primeira.
53% das organizações tiveram agentes de IA excedendo permissões, segundo estudo da Cloud Security Alliance. A segurança de aplicações, não a de rede, é o que importa para proteger sistemas críticos como SAP. Entenda os riscos e as medidas AppSec necessárias.
Menos de um em cada 10 aplicativos empresariais tem observabilidade completa, enquanto 77% das equipes de TI não têm visibilidade total em ambientes híbridos. O CTO da Dynatrace mostra por que isso trava a adoção de agentes de IA em produção.
Deloitte aponta que 74% das empresas esperam usar IA agêntica em dois anos, mas só 21% têm governança madura. Um modelo de cinco perguntas define quando o agente executa, recomenda ou apenas sugere.