Modelos de IA viraram commodity: segundo o Stanford AI Index 2025, a diferença de desempenho entre modelos de ponta está diminuindo. A vantagem competitiva migrou para quem orquestra melhor os próprios dados.
Vibhor Kumar, executivo de tecnologia, alerta no Forbes Technology Council que a IA acelera a criação de software, mas também a acumulação de dívida técnica e dependências arquiteturais.
Para Somnath Banerjee, arquiteto corporativo em seguradora de saúde Fortune 50, a próxima vantagem do business intelligence virá de sistemas que entendem perguntas de negócio, conectam contexto via ontologias e antecipam insights antes mesmo do dashboard.
Juan Graña, CEO da Neurologyca, explica como uma camada de contexto humano entre interface e modelo pode transformar agentes de IA em copilotos que acompanham a intenção do usuário em tempo real, em vez de apenas interpretar o último prompt.
A IA já gera documentos, código e planos de teste, mas ainda não entrega projetos de ponta a ponta. O motivo, segundo o Info-Tech Research Group, é que as organizações continuam aprovando projetos demais para gente de menos. A saída está em usar IA para intake, aprovação e priorização de portfólio.
A crença de que governança de IA cobre segurança de agentes autônomos é um equívoco crítico que expõe empresas em produção. Entenda a diferença entre as duas disciplinas e como construir uma estratégia dupla.