A CI&T, multinacional brasileira de tecnologia, abriu em parceria com a DIO (Digital Innovation One) 5 mil vagas gratuitas no bootcamp "Java AI GitHub Copilot", cobrindo desenvolvimento back-end em Java, Spring Boot e o uso de IA como parte do fluxo de desenvolvimento.
Resposta rápida: o bootcamp é gratuito, são 5 mil vagas, o conteúdo une Java 17, Spring Boot, Spring Security e prática de GitHub Copilot, e o projeto final deixa um artefato real no portfólio. A inscrição é na plataforma da DIO, e o formato serve a duas frentes ao mesmo tempo: ensinar a stack e aumentar a chance do profissional júnior entrar no mercado.
O essencial: a proposta resolve dois problemas da contratação júnior em tecnologia: a falta de evidência prática e o custo de formação. Em vez de ensina história, entrega portfólio com projeto real feito em Java, Spring Security e Copilot.O que o bootcamp cobre
A grade cobre a jornada do desenvolvedor back-end moderno. Na base, orientação a objetos, tratamento de exceções e coleções. Acima disso, o ecossistema Spring com injeção de dependência, padrões de projeto, segurança via Spring Security e construção de API REST.
O que diferencia a abordagem é a IA no fluxo, e não em disciplina separada: o GitHub Copilot é usado dentro da rotina de código, não como ferramenta anexa. O projeto final é prático, uma API com recurso de reconhecimento de fala, que fica como evidência real para processo seletivo.
A escolha da stack espelha a contratação real: Java e Spring lideram os anúncios dos bancos, seguradoras e corporativos que mais contratam, e a persistência junto à segurança é exatamente o que essas empresas pedem no primeiro dia. Em outras palavras: o bootcamp não ensina só conhecimento, ensina o portfólio que o empregador procura.
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Como participar
A inscrição é feita na página do programa na DIO. O caminho é simples: preenchimento do formulário, confirmação, participação nos mentorings ao vivo com especialistas da CI&T e entrega dos desafios de código e do projeto final.
Como o projeto final é uma aplicação real, o acompanhamento exige consistência de estudo e entrega, não só inscrição. Quem já passou por essa trilha recomenda reservar tempo semanal fixo e publicar o que aprende em repositório público, em vez de contar apenas com o certificado. Em processo seletivo, esse formato vale como filtro de qualidade superior a um certificado fácil de completar.
💡 Dica: o projeto final merece tempo de qualidade e publicação em repositório público. A prática de entrega com README, setup reproduzível e decisões documentadas já conta muito na triagem técnica.
Por que esse modelo de formação está ganhando espaço
Programas patrocinados por empresas que contratam mudaram a economia da formação em tecnologia: em vez de vender curso, a empresa investe no pipeline do próprio processo seletivo. O benefício é duplo. Para o estudante, formação gratuita com contato direto com quem emprega. Para a empresa, um funil de candidatos já avaliados por entrega real, e não por acerto de exame. É o mesmo formato que movimentou programas de bancos e de outras multinacionais nos últimos anos: quem forma quem precisa sai na frente.
O que se conecta a essa formação
O formato alinha bem com a transformação que o mercado de trabalho brasileiro está fazendo. A demanda por profissional com base sólida de Java e capacidade de usar ferramentas de IA nos processos de desenvolvimento aparece diretamente nas vagas; acompanhe essa abertura na lista de vagas e a discussão do que as vagas mostram em como a IA está mudando a forma de desenvolver código.
Para o mercado brasileiro como um todo, a iniciativa também responde uma reclamação antiga de quem contrata: a carência de gente de nível inicial com fundamento de back-end seguro e exposição real a produção. A formação que finaliza com aplicação em funcionamento, e não apenas com números de horas, é exatamente a resposta prática para essa carência.
Perguntas frequentes
O bootcamp é gratuito mesmo?
Sim, as 5 mil vagas são oferecidas de forma gratuita, por parceria entre a CI&T e a DIO.
O que preciso saber para participar?
Não é obrigatório experiência profissional anterior; o curso constrói a base do zero em Java e Spring, mas ter disciplina de entrega de código e de projeto final fará diferença na conclusão.
O bootcamp garante emprego?
Não há garantia automática de contratação, mas os participantes finalizam com portfólio prático e o programa os conecta com a rede de talentos da CI&T, o que serve como porta de entrada.
Por que apostar nessa formação em vez de curso genérico?
Pela combinação: projeto real, mentoria com especialistas da CI&T, foco de entrega e a trilha completa Java / Spring / Copilot de uso prático e não teórico.