A startup japonesa MW troca robôs humanoides por braços robóticos fixados em calhas no teto, já vendeu imóveis entre 1,13 e 2,34 milhões de euros e quer entregar 10 mil casas robotizadas por ano até 2035.
Por que braços no teto em vez de um robô humanoide?
As casas japonesas costumam ser compactas e repletas de mobiliário, o que forçaria um humanoide a navegar entre obstáculos, crianças e animais. Boa parte do poder computacional de um robô bípede é gasta só para manter equilíbrio e locomoção segura.
Fixando os braços em calhas no teto, a MW elimina esse custo e direciona o processamento para a coordenação de tarefas via software MW Intelligence, em conjunto com o robô MW bot.
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O que a demonstração em tóquio mostrou?
O sistema distinguiu produtos da despensa que exigiam refrigeração, retirou uma toalha da máquina de secar e a dobrou. Uma T-shirt, porém, mostrou-se um desafio mais complicado, evidenciando o limite atual na manipulação de objetos flexíveis.
Do luxo em tóquio à Meta de 10 mil casas por ano
| marco | prazo |
|---|---|
| Primeira casa totalmente robotizada à venda em Tóquio | 2028 |
| Início da expansão internacional | 2029 |
| Meta de 10 mil casas robotizadas por ano | 2035 |
| Investimento já captado | cerca de 17,3 milhões de euros |
| Faixa de preço dos imóveis (Tóquio, Yokohama, Fukuoka) | 1,13 a 2,34 milhões de euros |
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A MW já vendeu uma casa de três pisos em Tóquio e construiu imóveis adaptáveis em Yokohama e Fukuoka entre 1,13 e 2,34 milhões de euros. A primeira casa totalmente robotizada chega em 2028, com expansão internacional a partir de 2029 e meta de 10 mil unidades por ano até 2035, apoiada em 17,3 milhões de euros captados.
Fonte: Sapo Tek