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Edição de sábado, 10 de outubro de 2026

3 min.

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MCTI abre R$ 25 milhões para projetos de IA e tecnologia com África

Programa ProÁfrica financia pesquisas brasileiras em IA, saúde digital e energias renováveis em parceria com instituições africanas até 2026.

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O Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI) e o CNPq anunciaram o relançamento do programa ProÁfrica, disponibilizando R$ 25 milhões para fomentar a cooperação científica entre o Brasil e países africanos. A chamada pública busca pesquisadores doutores dispostos a desenvolver soluções conjuntas em áreas estratégicas como inteligência artificial, saúde digital e energias renováveis.

As propostas devem ser enviadas pela Plataforma Integrada Carlos Chagas até o dia 31 de agosto de 2026. O financiamento visa fortalecer redes de pesquisa e promover a mobilidade acadêmica entre o Brasil e o continente africano, com foco em desafios comuns de desenvolvimento sustentável e inovação tecnológica.

Modalidades e áreas de impacto

O edital divide o financiamento em modalidades distintas, atendendo tanto a grupos já estabelecidos quanto a novas parcerias. Projetos de redes temáticas consolidadas podem receber até R$ 1 milhão, enquanto redes emergentes e iniciativas bilaterais possuem teto de R$ 400 mil. Além do aporte financeiro, o programa custeia passagens, diárias e bolsas para intercâmbio de pesquisadores.

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Entre as linhas de pesquisa prioritárias para profissionais de TI e ciência de dados, destacam-se:

O presidente do CNPq, Olival Freire, reforçou que o programa é uma peça central da nova diplomacia científica brasileira. A iniciativa busca criar um eixo de troca de conhecimento no Sul Global, reduzindo a dependência exclusiva de parcerias com o Norte Global e fomentando uma ciência conectada com a realidade local de ambos os territórios.

Próximos passos para pesquisadores

Os projetos aprovados terão duração de até 36 meses, com o processo de julgamento ocorrendo entre setembro e outubro de 2026. A avaliação priorizará o mérito científico, o impacto tecnológico e a real capacidade de cooperação entre as equipes brasileiras e africanas.

Para profissionais e pesquisadores, esta é uma oportunidade de alavancar carreiras em projetos de impacto internacional e utilizar a tecnologia como ferramenta de combate a desigualdades sociais. Interessados devem consultar os critérios detalhados diretamente no portal oficial do CNPq antes de submeter o projeto.

Quem escreveu

Dagmar Cirino

· Editor-chefe

Especialista em tecnologia, criador de conteúdo e fundador do portal Mercado de TI e Casa do Dev. Analiso tendências de mercado, Inteligência Artificial e carreira, entregando informações precisas, transparentes e acessí...

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