A cooperação Brasil-Noruega é uma chamada internacional que destina até R$ 15 milhões do FNDCT para financiar projetos conjuntos de pesquisa e desenvolvimento tecnológico em energia limpa, petróleo offshore e transporte marítimo de baixa emissão. Liderada no Brasil pela Finep por meio da Rede Eureka, a iniciativa exige consórcios formados por empresas e institutos de pesquisa de ambos os países.
Fomento total de R$ 15 milhões oriundos do FNDCT para cooperação em P&D.
Exigência de consórcios com uma instituição de pesquisa e uma empresa de cada país.
Foco em inovação marítima verde, biocombustíveis e exploração de petróleo limpo.
Exclusão total das tecnologias de captura e armazenamento de carbono (CCS).
Como funciona o financiamento de p&d entre brasil e Noruega
Para receber o suporte, as propostas devem aproximar o conhecimento científico acadêmico da capacidade industrial das corporações. Cada consórcio precisa obrigatoriamente incluir, no mínimo, uma organização de pesquisa e uma empresa privada de cada uma das nações envolvidas.
Como esses recursos são distribuídos de maneira equilibrada entre os participantes? O edital determina que nenhum país ou instituição parceira concentre mais de 70% do orçamento total do projeto, estimulando a colaboração bilateral real. Além disso, os direitos sobre a propriedade intelectual gerada devem ser compartilhados de forma justa entre as partes.
Requisitos mínimos dos consórcios
Os projetos precisam ser voltados ao desenvolvimento de produtos ou processos inovadores que possuam viabilidade comercial comprovada. A duração planejada das iniciativas financiadas deve variar entre 24 e 48 meses.
Contrapartida das empresas brasileiras
Enquanto as instituições científicas brasileiras recebem a subvenção não reembolsável, as empresas participantes precisam atuar como cofinanciadoras. Elas devem aportar no mínimo 20% do valor total de sua respectiva cota no projeto.
Áreas tecnológicas prioritárias para o desenvolvimento verde
A seleção foca em resolver gargalos práticos de descarbonização e transição energética em setores industriais pesados de alto impacto ambiental. As linhas temáticas cobrem desde a geração distribuída de fontes limpas até a eficiência logística de grandes frotas oceânicas comerciais.
Quais tecnologias específicas estão elegíveis para receber este fomento governamental? A chamada contempla projetos em energia renovável solar, eólica, oceânica, bioenergia, biocombustíveis e vetores de hidrogênio verde, além de tecnologias de navegação inteligente.
Descarbonização do transporte marítimo
O setor de logística portuária e naval ganha força com linhas voltadas para novos combustíveis de baixa emissão e projetos de embarcações eficientes. Ferramentas digitais de otimização de rotas e melhorias operacionais nos portos também são priorizadas para reduzir o impacto de forma ágil.
Exploração de petróleo offshore
A cooperação apoia a evolução tecnológica da extração em águas profundas, com foco em segurança, produtividade e mitigação de danos. Contudo, há uma restrição clara sobre soluções de captura e armazenamento de carbono, que foram explicitamente excluídas do escopo desta rodada.
Prazos e processo de submissão na plataforma Finep
A participação no certame exige dupla validação em plataformas distintas, ocorrendo primeiro em âmbito global e depois regionalizado. Os consórcios precisam submeter a documentação inicialmente na Rede Eureka e, após a pré-seleção, realizar o envio dos detalhamentos para a estatal brasileira.
Onde os desenvolvedores e pesquisadores devem iniciar o processo de candidatura oficial? Os proponentes devem se registrar no portal de apoio da Finep e enviar a proposta preliminar em inglês diretamente pelo sistema de submissões internacionais.
Cronograma crítico de entregas
As datas limite exigem atenção estrita dos coordenadores de projetos para evitar desclassificações automáticas por atrasos na transmissão dos dados. O cadastro nacional encerra no início de setembro de 2026, seguido por etapas de avaliação técnica que avançam até o início de 2027.
Integração de dados com APIs públicas
| Critério | Detalhes da Chamada Finep |
|---|---|
| Orçamento total nacional | Até R$ 15 milhões (FNDCT) |
| Financiamento por projeto | R$ 1 milhão a R$ 3 milhões |
| Duração do projeto | 24 a 48 meses |
| Contrapartida empresarial | Mínimo de 20% |
| Idioma obrigatório | Inglês (etapa internacional) |
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Desenvolvedores que pretendem automatizar a consolidação de relatórios ou consultar dados públicos de chamadas podem consumir endpoints estruturados. Abaixo, exemplificamos uma estrutura em formato JSON recomendada para o mapeamento dos metadados do projeto na plataforma integradora.