A Vasion viu o código assistido por IA pular de 21% para 62% em 12 meses, com 44% mais pull requests por desenvolvedor e 29% menos defeitos, mas o tempo de merge subiu 38%. O gargalo migrou de escrever código para julgá-lo.
O que os números da vasion mostram sobre IA na engenharia
Os dados da Vasion cobrem do primeiro trimestre de 2025 em diante, período de 12 meses. O CTO Corey Ercanbrack define "qualificado" como os cerca de 80% das entregas que a ferramenta interna consegue medir. Pull requests por desenvolvedor subiram 44%, itens concluídos por desenvolvedor subiram 49% e defeitos reportados por clientes caíram 29%. Em maio, a empresa entregou o maior lançamento da história: mais de 50 recursos em seis meses, contra estimativa de 30 sem IA.
O contraponto: o tempo entre mudança finalizada e merge subiu 38%. A capacidade de produzir código cresceu mais rápido que a de avaliá-lo, e medir apenas output mascara o problema.
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Por que gestores adotaram IA antes dos engenheiros
Todos os gestores dobraram IA no trabalho quase imediatamente; engenheiros levaram um ano. Delegar é habilidade de liderança: definir contexto, julgar output, verificar antes de confiar. Contribuidores individuais foram treinados para executar, não para dirigir agentes.
A Vasion nomeou campeões, contratou um head de IA e rodou 22 boot camps internos. Os contribuidores ativos com IA saltaram de 42% para 72%.
Escrever código não é o mesmo que engenhar software
A plataforma da Vasion é multi-tenant, imutável, cloud-native em seis regiões e autorizada em FedRAMP High. Agentes corrigem sintomas sem tocar na causa, esquecem limites de tenant e falham em auditoria. O plano de contratação de 19% foi mantido, redirecionado para engenheiros seniores.
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Fonte: Forbes Technology Council